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Quantificação das populações de leucócitos presentes na cavidade vaginal de mulheres com e sem vulvovaginites

Beneficiário:

Instituição: Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM). Hospital da Mulher Professor Doutor José Aristodemo Pinotti. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:

Paulo César Giraldo

Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo: 09/07625-0
Vigência: 01 de junho de 2009 - 31 de dezembro de 2009
Vinculado ao auxílio:08/09853-8 - Quantificação das populações de leucócitos presentes no conteúdo vaginal de mulheres com e sem vulvovaginites, AP.R
Resumo
Os mecanismos de defesa das mucosas em geral e em especial o da vagina têm se revestido de especial importância no entendimento da fisiopatogênese das infecções genitais femininas. Vários estudos têm sido feitos para indicar formas de esclareceros mecanismos de defesa e também de facilitar o diagnóstico. Porém, não foram identificados estudos que estabeleçam uma correlação clara sobre as populações de leucócitos responsáveis pela proteção do epitélio vaginal em mulheres com e sem vulvovaginites. O presente estudo propõe identificar e quantificar por citometria de fluxo as células de defesa (neutrófilos, eosinófilos, basófilos, macrófagos, células de Langerhans, linfócitos - NK, B, T) presentes no conteúdo vaginal de mulheres com e sem vulvovaginites. Serão estudadas 132 mulheres (44 com candidíase vaginal, 44 com vaginose bacteriana e outras 44 sem vulvovaginite infecciosa). A presença ou ausência de vulvovaginite será determinada através da correlação entre os achados do exame ginecológico, medida de pH vaginal, teste das aminas, exame bacterioscópico a fresco e corado pelo Gram do conteúdo vaginal e cultura para fungo. Será colhido um lavado da cavidade vaginal instilando-se 5 ml de PBS o qual será aspirado para posterior avaliação das células de defesa por citometria de fluxo.O conhecimento do padrão da normalidade será fundamental para talvez no futuro entender a fisiopatogênese e ajudar no diagnóstico e tratamento das vulvovaginites recorrentes. (AU)
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