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Língua Wauja (Arawák): uma descrição fonológica e morfossintática
| Beneficiário: | Adriana Viana Postigo |
| Instituição: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil |
| Pesquisador responsável: | Cristina Martins Fargetti |
| Área do conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Indígenas |
| Linha de fomento: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Processo: | 10/03000-3 |
| Vigência: | 01 de maio de 2010 - 30 de abril de 2014 |
| Assunto(s): | Bolsas no Brasil - DoutoradoLinguística |
Resumo
Este projeto de pesquisa tem por objetivo descrever a fonologia e morfossintaxe da língua Waujá, que pertence à família linguística Arawak. O povo Waujá, com aproximadamente 410 indígenas, vive na Aldeia Piyulaga, no Parque Xingu, em Mato Grosso. Na investigação fonológica, buscaremos: (a) descrever os segmentos: fones, alofones, fonemas consonantais, vocálicos e glides; (b) verificar o padrão silábico e a silabificação; (c) verificar o comportamento do acento e nasalidade, e (d) descrever os processos (morfo)fonológicos, tendo por base a teoria autossegmental proposta por Goldsmith (1990, 1995), Kenstowics (1994) e Clements; Hume (1995). Na investigação morfossintática o foco será: (a) verificar a ordem dos constituintes: Sujeito, Verbo e Objeto; (b) descrever as categorias gramaticais: tempo, modo, aspecto; (c) verificar o tipo de oração (dependente/independente), e (d) descrever os processos (morfo)sintáticos, de acordo com o estudo da gramática, sob a perspectiva funcional-tipológica encontrada em autores como Comrie (1978), Givón (1984), Shopen (1996) e Dixon (1979, 1994). Este projeto de pesquisa, portanto, busca contribuir para a descrição e documentação das línguas indígenas brasileiras, em especial, as línguas da família Arawak. (AU)
Este projeto de pesquisa tem por objetivo descrever a fonologia e morfossintaxe da língua Waujá, que pertence à família linguística Arawak. O povo Waujá, com aproximadamente 410 indígenas, vive na Aldeia Piyulaga, no Parque Xingu, em Mato Grosso. Na investigação fonológica, buscaremos: (a) descrever os segmentos: fones, alofones, fonemas consonantais, vocálicos e glides; (b) verificar o padrão silábico e a silabificação; (c) verificar o comportamento do acento e nasalidade, e (d) descrever os processos (morfo)fonológicos, tendo por base a teoria autossegmental proposta por Goldsmith (1990, 1995), Kenstowics (1994) e Clements; Hume (1995). Na investigação morfossintática o foco será: (a) verificar a ordem dos constituintes: Sujeito, Verbo e Objeto; (b) descrever as categorias gramaticais: tempo, modo, aspecto; (c) verificar o tipo de oração (dependente/independente), e (d) descrever os processos (morfo)sintáticos, de acordo com o estudo da gramática, sob a perspectiva funcional-tipológica encontrada em autores como Comrie (1978), Givón (1984), Shopen (1996) e Dixon (1979, 1994). Este projeto de pesquisa, portanto, busca contribuir para a descrição e documentação das línguas indígenas brasileiras, em especial, as línguas da família Arawak. (AU)
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