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Territórios de autossegregacao e de segregação imposta: fragmentação socioespacial em Marília e São Carlos

Beneficiário:

Instituição: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Pesquisador responsável:

Maria Encarnação Beltrão Sposito

Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo: 08/56848-0
Vigência: 01 de março de 2009 - 31 de agosto de 2010
Assunto(s):

Cidades médias

Resumo
As novas formas de produção e de apropriação do espaço urbano têm acentuado a tendência de segregação socioespacial promovendo alterações na vida urbana contemporânea e, mais especificamente, nas práticas socioespaciais dos citadinos. Como conseqüência, a redefinição das relações entre o público e o privado também têm alterado o significado subjetivo e prático-sensível do que é a cidade enquanto lócus da diversidade e do confronto entre as diferenças. Essa nova estruturação, marcada por novas práticas socioespaciais, tem gerado dinâmicas de fragmentação socioespacial, o que exige que se observe a articulação entre formas, conteúdos e valores para se compreender as novas lógicas da produção desigual do espaço urbano, bem como as dimensões do controle social da cidade. Com base nestas considerações, este projeto de pesquisa propõe-se a contribuir para o estudo da fragmentação socioespacial em cidades médias do interior paulista a partir da identificação e análise das práticas socioespaciais dos sujeitos sociais auto-segregados de Marília e de São Carlos. Devem-se recolher elementos para avaliar em que medida estes sujeitos optam por espaços privados e de uso coletivo na qual estejam presentes aspectos predominantes de uma sociabilidade segmentada caracterizando um efetivo uso e apropriação diferenciados do espaço urbano. As questões que orientarão o desenvolvimento deste projeto são: As atuais práticas socioespaciais dos segmentos sociais de alto poder aquisitivo são capazes de produzir uma efetiva descontinuidade territorial ao estabelecer apenas uma apreensão parcelar do conjunto da cidade? Em que medida os processos constitutivos desta apreensão parcelar pode influenciar ou favorecer um sutil controle social do conjunto da cidade enquanto diversidade? E quais os impactos dessa fragmentação socioespacial para a cidade e para a mudança de seu sentido? Esta proposta de pesquisa, para o Mestrado, articula-se ao projeto Urbanização difusa, espaço público e (in) segurança urbana, apoiado pela FAPESP. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CLAYTON FERREIRA DAL POZZO. Territórios de autossegregação e de segregação imposta : fragmentação socioespacial em Marília e São Carlos. 2011. 316 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista. Faculdade Ciências e Tecnologia. Presidente Prudente.
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