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Mapeamento participativo em áreas de risco e vulnerabilidade sócio-ambiental na Região Metropolitana de São Paulo

Processo: 06/58125-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência (Início): 01 de novembro de 2006
Vigência (Término): 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:John Marion Sydenstricker Neto
Beneficiário:
Instituição-sede : Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/52482-5 - Mapeamento participativo em áreas de risco e vulnerabilidade socioambiental na região metropolitana de São Paulo, AP.JP
Assunto(s):São Paulo

Resumo

Mudanças na paisagem tais como a invasão de áreas com alta biodiversidade e a expansão urbana precariamente monitorada têm levado a degradação ambiental e exposto grupos sociais a riscos, ampliando a vulnerabilidade destes grupos. Apesar dos avanços na identificação de áreas sujeitas a riscos ambientais e de grupos sociais vulneráveis, há uma carência de metodologias específicas para tal. Entre os entraves, destacam-se a pequena integração entre o conhecimento científico e a percepção comunitária sobre riscos e vulnerabilidade sócio-ambiental. Estes entraves criam desafios adicionais para gerar conhecimento visando subsidiar a formulação de políticas públicas e ações locais. Este projeto tem 2 objetivos: 1) criar a área de pesquisa e mapeamento participativo no Centro de Estudos da Metrópole (CEM); 2) desenvolver e avaliar a eficácia de metodologias que integrem conhecimento científico, gerado com o uso de sensoriamento remoto e análises com sistemas de informação geográfica (SIG), com mapeamentos participativos. Os resultados esperados com este projeto são: 1) avanços na compreensão das dimensões sociais e ambientais de áreas vulneráveis na Região Metropolitana de São Paulo; 2) desenvolvimento de metodologias de pesquisa abrangentes e integradores, com especial ênfase para os mapeamentos participativos; e 3) disseminação dos resultados na literatura especializada e em atividades de extensão junto aos grupos sociais envolvidos no projeto. (AU)