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O fungo quitrídio no Brasil: da sua origem às suas consequências

Processo: 16/25358-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de novembro de 2017 - 31 de outubro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira
Beneficiário:
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesq. associados:Carlos Guilherme Becker ; Célio Fernando Baptista Haddad ; Cláudia Maris Ferreira Mostério ; Cybele Sabino Lisboa ; Domingos da Silva Leite ; Elaine Maria Lucas Gonsales ; Erica Bree Rosenblum ; Hyun Mo Yang ; Igor Soares de Oliveira ; Kelly Raquel Zamudio ; Mariana Lúcio Lyra ; Osmindo Rodrigues Pires Júnior ; Ricardo Luiz Moro de Sousa ; Rodrigo Lingnau ; Timothy Yong James
Assunto(s):Anura  Anfíbios 

Resumo

O fungo Batrachochytrium dendrobatidis (Bd) é importante agente infeccioso e amplamente relacionado ao declínio populacional de anfíbios em diversas partes do mundo. Com este fungo como tema central e tentando compreender melhor o status da doença no Brasil, em 2011 foi aprovado um auxílio financiado pela FAPESP em colaboração com a NSF. Este auxílio visava consolidação de parceria entre pesquisadores do estado de São Paulo e dos Estados Unidos, o que permitiu aprofundar os estudos sobre tal pandemia nos últimos cinco anos. Esta parceria está agora consolidada e crescente, agregando novos pesquisadores do Brasil e dos EUA e produzindo artigos diversos sobre o assunto. Esta mesma chamada (de 2011) solicitava a inclusão de uma possível proposta de pedido subsequente ao seu término, um projeto maior e mais robusto, agora contando com a equipe reunida. É neste contexto que o presente projeto é apresentado e sugere abordar temas diversos, multidisciplinares, mas inter-relacionados e complementares como: epidemiologia, conservação, ecologia e evolução do quitrídio no Brasil. De maneira sintética pretende-se estudar a diversidade genética do Bd (através de análises filogenéticas e filogenômicas), sua evolução (investigando as relações genéticas e ecológicas entre as cepas numa zona híbrida), ecologia em ambiente natural, epidemiologia (através de experimentos ex situ) e infecção histórica no Brasil. Em última escala, a coletividade destes estudos pode promover uma base sólida para aplicação dos resultados na conservação dos anfíbios do Brasil ou mesmo em outras regiões similares do mundo. A presente proposta reúne pesquisadores de 11 instituições nacionais (de norte a sul do Brasil) e 4 instituições norte Americanas (de leste a oeste do país), num total de 32 pesquisadores. (AU)