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Avaliação de parâmetros do metabolismo ósseo por HR-pQCT e histomorfometria em pacientes com artrite reumatoide e com artrite idiopática juvenil: associação com variáveis clínicas e genéticas

Processo: 16/00006-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Rosa Maria Rodrigues Pereira
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Vanda Jorgetti
Pesq. associados:Alexandre da Costa Pereira ; Diogo Souza Domiciano ; Luciene Machado dos Reis ; Nádia Emi Aikawa
Auxílios(s) vinculado(s):17/17383-0 - EMU concedido no processo 16/00006-7: Osteomeasure - sistema de vídeo digital de alta resolução, AP.EMU
Assunto(s):Marcadores genéticos  Metabolismo ósseo  Histomorfometria óssea  Artrite reumatoide 

Resumo

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença sistêmica, de natureza autoimune, que leva ao comprometimento osteoarticular. A Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) é um grupo de doenças articulares, que acomete indivíduos com menos de 16 anos. A forma poliarticular da AIJ apresenta particularidades da AR: acometimento simétrico de pequenas e grandes articulações, destruição óssea e incapacidade física, caso não seja tratada adequadamente. Indivíduos com AR ou AIJ estão sujeitos à perda óssea localizada (justa-articular) e sistêmica (redução da massa óssea). Nas duas formas de artrite, o comprometimento ósseo localizado (erosões) e generalizado (osteoporose) leva à incapacidade física com piora da qualidade de vida e aumento da morbimortalidade. Fatores relacionados com baixa massa óssea na AR e na AIJ são multifatoriais e englobam fatores de risco clássicos (sexo, idade, pós-menopausa, baixa ingestão de cálcio e vitamina D e tabagismo), bem como fatores de risco intrínsecos à doença (inflamação e atividade de doença, imobilidade e uso de glicocorticóide). Estes fatores, associados a uma biomecânica articular alterada, aumentam o risco de fraturas. Não existem trabalhos na literatura que avaliem simultaneamente o comprometimento ósseo localizado e generalizado em pacientes com AR e AIJ e a associação genótipo-fenótipo em relação ao envolvimento ósseo e articular. A avaliação do comprometimento ósseo por metodologias de ponta mais sensíveis e específicas, como tomografia computadorizada quantitativa periférica de alta resolução (HR-pQCT), histomorfometria óssea e escore trabecular ósseo (TBS) trará maiores perspectivas para o entendimento dos mecanismos associados ao comprometimento ósseo nestas doenças e desta maneira ajudar no tratamento destas complicações. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em Reumatologia e Genética com Bolsa da FAPESP