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Desenvolvimento integrado de biorrefinaria e planta de bioetanol de cana-de-açúcar com emissão zero de CO2: rotas para converter recursos renováveis em bioprodutos e bioeletricidade

Processo: 15/20630-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de abril de 2017 - 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Rubens Maciel Filho
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Química (FEQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Maria Regina Wolf Maciel ; Reginaldo Guirardello
Pesq. associados:Adriano Pinto Mariano ; Aline Carvalho da Costa ; André Luiz Jardini Munhoz ; Antonio Maria Francisco Luiz Jose Bonomi ; Aulus Roberto Romão Bineli ; Carlos Eduardo Vaz Rossell ; Daniele Farias ; Elmer Alberto Ccopa Rivera ; Francisco Maugeri Filho ; Laura Plazas Tovar ; Luisa Fernanda Rios Pinto ; Maria Ingrid Rocha Barbosa Schiavon ; Marija Tasic ; Marina Oliveira de Souza Dias ; Otavio Cavalett ; Rosana Goldbeck ; Sarita Candida Rabelo
Bolsa(s) vinculada(s):17/07390-0 - Produção de ibe (isopropanol, butanol e etanol) a partir da fermentacao da mistura de açúcares lignocelulósicos do bagaço de cana-de-açúcar com melaço, BP.IC
Assunto(s):Bioetanol 

Resumo

Um processo integrado é proposto neste projeto, de modo a maximizar a produtividade de biocombustíveis e produtos químicos de alto valor agregado a partir do melaço, bagaço e palha de cana-de-açúcar. A ideia conceitual é usar a planta de bioetanol de primeira geração como base para o desenvolvimento de novos processos, uma vez que em tais plantas muitas instalações já estão disponíveis, como energia elétrica, vapor, água e bagaço excedente. O dióxido de carbono (CO2), gerado na produção de biocombustíveis, é proposto para ser utilizado na produção de etanol, a partir de biomassa de algas e transformação catalítica ou fermentação biológica de gás de síntese (syngas), bem como a utilização deste como molécula de carbono renovável para obter produtos químicos através de síntese química e de fermentação; o uso de CO2 supercrítico (scCO2) tem atraído muito interesse, a fim de facilitar vários processos químicos e será considerado como parte de alguma rota química. Este processo integrado desafiador tem o grande apelo de não emitir dióxido de carbono e oferece o melhor do carbono renovável para a produção de biocombustíveis e produtos químicos, transformando-o, quando técnica e economicamente viável, um marco para o progresso da biorrefinaria brasileira. Em todo o mundo, as análises revelam que uma biorrefinaria integrada de biocombustíveis e produtos químicos oferece, potencialmente, um retorno muito maior sobre o investimento e atende metas energéticas e econômicas simultaneamente. (AU)