Auxílio à pesquisa 16/18740-9 - Epidemiologia, Controle de doenças - BV FAPESP
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Bases científicas para a eliminação da malária residual na Amazônia Brasileira

Processo: 16/18740-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de junho de 2017 - 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Marcelo Urbano Ferreira
Beneficiário:Marcelo Urbano Ferreira
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Paulo Eduardo Martins Ribolla
Pesq. associados: Carlos Eugênio Cavasini ; João Marcelo Pereira Alves ; Marcia Caldas de Castro ; Maria Gabriela Miranda Gomes
Auxílios(s) vinculado(s):17/11376-2 - EMU concedido no processo 2016/18740-9: equipamento de PCR em tempo real QuantStudio 6 flex (Applied Biosystems), AP.EMU
17/11379-1 - EMU concedido no processo 2016/18740-9: equipamento automatizado de extração de ácidos nucléicos QIAsymphony SP, Qiagen, AP.EMU
17/11380-0 - EMU concedido no processo 16/18740-9:SERVIDOR HPE DL 580 Gen9, AP.EMU
Bolsa(s) vinculada(s):18/03902-9 - Dinâmica espaço-temporal de transmissão da malária em focos residuais na Amazônia Brasileira, BP.PD
17/25591-2 - Caracterização funcional de anticorpos contra a proteína principal da superfície de merozoítos MSP-119 de Plasmodium vivax, BP.MS
Assunto(s):Epidemiologia  Controle de doenças  Malária  Amazônia  Plasmodium falciparum 

Resumo

Com 143.910 casos confirmados laboratorialmente e 41 óbitos associados à malária em 2014, o Brasil apresenta hoje a menor carga de malária em 35 anos, com transmissão virtualmente restrita à Amazônia Legal. Neste contexto, o Ministério da Saúde do Brasil lançou, em novembro de 2015, o Plano para a Eliminação da Malária no Brasil, com o objetivo de curto prazo de interromper a transmissão de Plasmodium falciparum nos próximos 15 anos. A natureza focal da malária no país indica que a sua eliminação depende da priorização de um pequeno número de focos de transmissão. Combinamos neste projeto abordagens epidemiológicas clássicas, que visam a caracterizar fatores de risco e identificar possíveis alvos para intervenção, com estudos de genética e genômica populacional de parasitas e de biologia e controle de vetores, com o objetivo de contribuir para a elaboração de estratégias mais eficazes para o controle e a eliminação da malária no Brasil. Esse estudo é complementado com modelagem matemática de diferentes cenários de eliminação da malária no país. As atividades de campo concentram-se no Vale do Juruá, que concentra 20% dos casos de malária registrados no Brasil. Abordamos dois desafios principais: (a) a persistência de infecções assintomáticas, que frequentemente apresentam carga parasitária abaixo do limiar de detecção dos exames diagnósticos disponíveis, formando um reservatório de infecção invisível ao sistema de saúde, e (b) a manutenção de altas densidades de vetores, especialmente em função do surgimento de novos criadouros artificiais resultantes da ação humana sobre o ambiente. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em Epidemiologia Molecular da Malária com Bolsa da FAPESP 
Parasita da malária nas Américas é mais diverso do que se imaginava 
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