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Associação genômica ampla para os teores de proteína e ácidos graxos em soja

Processo: 16/01823-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2016 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Regina Helena Geribello Priolli
Beneficiário:Regina Helena Geribello Priolli
Instituição-sede: Pró-Reitoria Acadêmica. Universidade Santa Cecília (UNISANTA). Santos, SP, Brasil
Assunto(s):Melhoramento genético vegetal  Produtividade  Biodiesel  Óleos vegetais  Soja 

Resumo

A soja é uma das principais fontes de proteína e óleo vegetal do mundo, sendo cultivada comercialmente para a alimentação humana e animal. O óleo de soja é predominantemente composto pelos ácidos graxos palmítico (16:0), esteárico (18:0), oleico (18:1), linoleico (18:2) e linolênico (18:3), cujos teores médios no óleo são 11%, 4%, 23%, 54% e 8%, respectivamente. As quantidades e proporções de cada ácido graxo são importantes componentes no sabor, estabilidade e valor nutricional do óleo. Os métodos tradicionais de melhoramento genético na cultura da soja têm sido bem sucedidos no aumento do teor de proteína e óleo total de suas sementes; entretanto, as correlações negativas do teor de proteína com a produtividade de grãos e o teor de óleo total tem dificultado o aumento simultâneo da produtividade de grãos e proteína. Técnicas que envolvem o sequenciamento parcial de genomas e sua redução de complexidade têm sido recentemente empregadas para estudos de seleção assistida. O desenvolvimento de marcadores com ampla cobertura genômica, como os SNP's (Single Nucleotide Polymorphism), tem propiciado resultados positivos para a seleção genômica, em virtude da alta qualidade dos seus dados, a herança bialélica e a possibilidade de redução atual do custo da amostra devido à automação. O presente trabalho tem como objetivo inicial a descoberta e validação de marcadores SNPs, via metodologia Illumina Infinium BeadChip, seguida do mapeamento por associação. Pretende-se por meio de dados já obtidos em 100 acessos de soja em condições de campo brasileiras, relativos aos teores de ácidos graxos e, inéditos, relativos ao teor de proteína, prover marcadores que possam ser úteis aos programas de melhoramento de proteína e qualidade do óleo nessa cultura. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Estudo brasileiro poderá tornar óleo de soja mais saudável