Busca avançada

A rede FAPESP-Keele fase 1: análise comparativa e funcional dos sistemas imune e olfatórios dos vetores da Dengue Aedes aegypti e Aedes albopictus e estabelecimento de uma plataforma de mutagênese CRISPR-Cas9 em mosquitos

Processo: 15/12401-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 10 de junho de 2015 - 24 de setembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Pesquisador responsável:Jayme Augusto de Souza-Neto
Beneficiário:
Pesquisador visitante: Julien Pelletier
Inst. do pesquisador visitante: Keele University, Inglaterra
Instituição-sede: Instituto de Biotecnologia (IBTEC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/11343-6 - Caracterização dos mecanismos de ação anti-dengue mediados pela microbiota intestinal de populações naturais do mosquito Aedes aegypti, AP.JP
Assunto(s):Entomologia  Vetores de doenças  Dengue  Aedes aegypti  Aedes albopictus  Sistema imune  Olfato  Mutagênese  Sistemas CRISPR-Cas  CRISPR-Cas9 

Resumo

Aedes aegypti e Aedes albopictus são ambos vetores da dengue encontrados no Brasil, contudo exibindo ecologias completamente diferentes: Ae. aegypti é um mosquito essencialmente urbano, estritamente antropofílico e com alta capacidade de transmissão de dengue. Por outro lado, Ae. albopictus pode ser encontrada em ambientes urbanos e rurais, não se restringe a hospedeiros humanos e tem menor capacidade de transmissão de dengue, além de ser considerada uma espécie invasora que se espalha em diferentes áreas. Estudos recentes têm demonstrado que o vírus da dengue induz a transcrição de ambos os genes do sistema imunológico e olfação no mosquito Ae. aegypti, sugerindo forte interação entre estes dois processos fisiológicos. Uma melhor compreensão das proteínas que são importantes em comportamentos olfativos e resposta imunidade gerará informações fundamentais para o entendimento aprofundado da biologia destes vetores, com potencial para o desenvolvimento de novas estratégias para controlar a dengue no Brasil. (AU)