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Uso de estrobilurina na cultura da amoreira para incremento da produção de casulos do bicho-da-seda

Processo: 14/25673-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2015 - 31 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal
Pesquisador responsável:Daniel Nicodemo
Beneficiário:Daniel Nicodemo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Dracena. Dracena, SP, Brasil
Assunto(s):Sericicultura  Estrobilurina  Bichos-da-seda  Seda  Morus 

Resumo

A produção de casulos do bicho-da-seda (Bombyx mori) é altamente influenciada pela quantidade e qualidade de folhas de amoreira (Morus spp.) oferecidas às lagartas. Porém, a quantidade de folhas produzidas por planta é inversamente proporcional à qualidade nutricional das mesmas. Sendo assim, preconiza-se que os ramos de amoreira devem ser utilizados 90 dias após a poda, mesmo com queda significativa da qualidade nutricional das folhas nas últimas semanas de desenvolvimento. Fungicidas à base de piraclostrobinas têm sido utilizados como retardantes da senescência e do estresse oxidativo de várias culturas, além de contribuir para resistência ao ataque de vírus. O objetivo do presente trabalho é verificar se o tratamento de plantas de amoreira com piraclostrobina contribui para o retardamento da diminuição da qualidade das folhas de amoreira e para o aumento da produção de casulos e qualidade dos fios de seda. Em 2015 e 2016, em três épocas (verão, outono e primavera), será utilizado um amoreiral com plantas da cultivar IZ56/4 tratadas com piraclostrobina (0, 100, 200 e 300g/ha de princípio ativo), aplicada em 1000L de calda/ha, aos 60 e 75 dias após cada poda. Será verificado o teor de clorofila das folhas de amoreira, a produção de folhas por ramo e os teores de macro e micronutrientes das folhas. Quanto as lagartas do bicho-da-seda em quinto instar, alimentadas com folhas das plantas tratadas, serão avaliados o consumo de folhas, a mortalidade de lagartas, a contaminação fúngica na cama de criação, a suscetibilidade ao BmNPV e a bioenergética mitocondrial "in vivo" e "in vitro" da cabeça e intestino das lagartas. Dos casulos obtidos, será verificada a porcentagem de casulos defeituosos e os teores de seda bruta e de seda líquida. Quanto aos fios de seda, serão avaliadas características mecânicas, com avaliação da difração de raio-x e de energia dispersível. Os dados serão submetidos a análise de variância, e para as comparações múltiplas será aplicado o teste de Tukey a 5%, exceto os dados de bioenergética mitocondrial, para os quais será realizado o desdobramento por contrastes para avaliar o efeito polinomial das doses na variável estudada, seguido do teste de Dunnet. (AU)

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