Busca avançada
Ano de início
Entree

Explorando o universo: da formação de galáxias aos planetas tipo-terra, com o Telescópio Gigante Magellan

Processo: 11/51680-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Projetos Especiais
Vigência: 01 de dezembro de 2014 - 30 de novembro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia
Pesquisador responsável:João Evangelista Steiner
Beneficiário:João Evangelista Steiner
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Augusto Damineli Neto ; Claudia Lucia Mendes de Oliveira ; Laerte Sodré Junior
Auxílios(s) vinculado(s):18/02444-7 - O alvorecer das galáxias, AV.BR
Bolsa(s) vinculada(s):17/24644-5 - Desenvolvimento de software em óptica adaptativa, BP.TT
17/18849-3 - Procura por aglomerados de galáxias e quasares com S-PLUS e WIZE e desenvolvimento de ferramentas gerais para o S-PLUS, BE.PQ
17/19933-8 - Engenharia de Software aplicado à nova geração de instrumentação astronômica, BP.TT
+ mais bolsas vinculadas 17/17702-9 - Óptica adaptativa no contexto do GMT, BP.PD
17/18733-5 - Propriedades de linha de emissão nuclear de galáxias próximas: um levantamento de uma amostra completa, BP.PD
17/18882-0 - Suporte ao software de instrumentação astronômica, BP.TT
17/19525-7 - Desenvolvimento de software e sistemas de controle, BP.TT
16/21664-2 - The Southern-Physics of the local universe survey: calibração, catalogação e exploração científica, BP.PD
16/12331-0 - Evolução de galáxias em diferentes meio ambientes usando cinemática e populações estelares espacialmente resolvidas, BP.PD
16/16844-1 - Engenharia de Sistemas para o GMACS: projeto GMT AT-13, BP.PD
14/11806-9 - Desafios para a nova geração de mapeamentos fotométricos de grande campo como o J-PAS, BP.PD
13/26591-5 - Otimização da estimação do espectro de potência de galáxias em grandes escalas, BP.PD
13/04582-4 - O estudo das galáxias lenticulares através de sua cinemática e populações estelares, BP.PD
12/21350-7 - Emissão de baixa ionização nuclear e circum-nuclear em galáxias massivas, BP.PD
12/20364-4 - Além da sobrevivência da poeira: as regiões internas de discos protoplanetários, BP.PD
12/09716-6 - Distâncias precisas de aglomerados jovens através de binárias eclipsantes massivas, BP.PD
12/13381-0 - Exploração do impacto dos processos ambientais em aglomerados e grupos de galáxias, BP.PD
12/02268-8 - Núcleos de galáxias no universo local: buracos negros supermassivos e arqueologia estelar de galáxias de alta e baixa massas, BP.PD - menos bolsas vinculadas
Assunto(s):Telescópios  Cosmologia (astronomia)  Galáxias  Planetas 

Resumo

No século 21 a Astronomia continua sendo uma ciência vibrante; cada vez mais à medida que as décadas passam. Com a nova geração de telescópios que está sendo planejada, será possível pesquisar exoplanetas rochosos localizados na zona de habitabilidade; revelar as condições físicas no interior dos discos circunstelares para entender a formação de proto-planetas e estrelas; resolver populações estelares em campos densos da Via Láctea e de outras galáxias para obter informações de sua evolução química e dinâmica; estudar a evolução da rede cósmica de galáxias em aglomerados distantes e seu nascimento; detectar os primeiros astros que re-iluminaram e re-ionizaram o universo após a era das trevas; acompanhar o crescimento de buracos negros supermassivos e seu impacto no interior de galáxias desde seu início até a idade madura; elucidar a natureza da matéria e da energia escuras, que representam uma fração tão grande do universo conhecido; entre muitas outras questões que mal podem ser visualizadas no estágio atual do conhecimento. Os instrumentos para permitir esses estudos demandarão tecnologias sofisticadas e de custo elevado: são os ELTs (Extremely Large Telescopes). A proposta, aqui apresentada, descreve um plano de adesão do Estado de São Paulo ao consórcio GMT (telescópio gigante do Magellan), com 5% de participação. Este ELT (Telescópio extremamente grande), com um espelho primário de 25 metros de diâmetro, vai abrir novas fronteiras em quase todas as áreas da Astronomia contemporânea. Ele ampliará em cerca de 30 vezes o volume acessível aos telescópios da atual geração (da classe de 8- 10m), com um poder resolvente 3-4 vezes maior. Uma cota de 5% (40 milhões de dólares em 10 anos) no GMT trará oportunidades de descobertas cientificas, para os cientistas brasileiros atraindo novos talentos, implicando num salto quantitativo e qualitativo para nossa ciência, além de atrair a nossa indústria para a inovação através de parcerias internacionais. Isso firmará nossa posição como participantes plenos da Astronomia mundial. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em instrumentação astronômica com bolsa da FAPESP  
Construção do megatelescópio GMT avança no Chile 
Morte prematura de estrela é confirmada por astrônomos 
Treinamento Técnico em Instrumentação Astronômica com Bolsa da FAPESP 
Treinamento Técnico em Instrumentação Astronômica com Bolsa da FAPESP 
Pós-Doutorado em Astronomia com Bolsa da FAPESP 
Pós-doutorado em Geografia do Trabalho com Bolsa da FAPESP 
Pós-Doutorado em Astronomia Extragaláctica na USP 
Pós-doutorado em Astronomia com bolsa da FAPESP 
O megatelescópio GMT 
Consórcio internacional aprova início da construção do megatelescópio GMT 
Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.