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Dimensions US-BIOTA São Paulo: integrando disciplinas para a predição da biodiversidade da Floresta Atlântica no Brasil

Pesquisador responsável:

Cristina Yumi Miyaki

Beneficiário:

Instituição: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável no exterior: Ana Carolina O. Queiroz Carnaval
Instituição no exterior: City University of New York (CUNY). (Estados Unidos)
Pesquisadores principais:

Ricardo Pinto da Rocha ; Francisco William da Cruz Junior

Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Temático
Processo: 13/50297-0
Vigência: 01 de setembro de 2013 - 31 de agosto de 2018
Bolsa(s) vinculada(s):13/24645-0 - Zona híbrida e demografia histórica comparada de três espécies de aves em uma zona de contato na Floresta Atlântica, BP.DR
13/23736-2 - Diversidade alfa, beta, funcional e filogenética de opiliões na Mata Atlântica: padrões e relação com fatores ecológicos e históricos, BP.PD
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: NSF - Dimensions of Biodiversity e BIOTA
Assunto(s):

Ecologia vegetal

Evolução vegetal

Geologia

Botânica (classificação)

Resumo
Visão geral Será utilizado um processo de teste de hipótese para prever padrões espaciais de Biodiversidade na megadiversa e acessível, porém ameaçada Mata Atlântica (MA) do Brasil. Como forma de caracterizar padrões espaciais de diversidade, serão gerados e integrados: 1. Novos conjuntos de dados de clima e de cobertura vegetal baseados em sensoriamente remoto e combinados com dados meteorológicos, 2. Dados de localidades, filogenia e análises genômicas de mais de 30 famílias de plantas, vertebrados e invertebrados, 3. Informação sobre características funcionais (fisiologia) e interações bióticas, e 4. Informação paleoambiental oriunda de registros geológicos, incluindo o de pólen fóssil e os isótopos de espeleotemas (para inferir mudanças na precipitação baseadas em depósitos em cavernas). Para descrever padrões espaciais de diversidade na MA, faremos a síntese de como a diversidade taxonômica está distribuída espacialmente pela integração de dados de produtores, consumidores, parasitas e bactérias simbiontes. Vamos expandir análises filogenéticas e compilar padrões gerais de endemismo e mudanças (turnover), ao nível de espécies e linhagens. Como forma de avançar a predição de biodiversidade, informações sobre mecanismos ecológicos da fauna e flora da MA (a dimensão funcional da diversidade) serão integradas com modelos climáticos dinâmicos para descrever a variabilidade de precipitação e temperatura durante os últimos seis ciclos glaciais-interglaciais. Esses modelos serão obtidos baseados em estudos paleoclimatológicos que incluirão nossos dados de pólen e espeloetemas fósseis. Por meio de métodos de Computação Bayesiana Aproximada serão utilizados dados de diversidade genética e genômica (Ultra Conserved Elements) dos múltiplos táxons para testar estatisticamente quanto o conjunto dessas histórias populacionais são concordantes com as mudanças ambientais e os processos demográficos. Estes modelos permitirão descrever diferenças entre comunidades devido a mudanças geográficas e ambientais no tempo. (AU)

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