FAPESP Logo

Estudo de doença residual mínima em leucemia linfóide aguda da criança e d adolescente

Pesquisador responsável:

Carlos Alberto Scrideli

Beneficiário:

Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo: 05/02279-6
Vigência: 01 de dezembro de 2005 - 30 de novembro de 2007
Bolsa(s) vinculada(s):06/01466-0 - Estudo de doença residual mínima em leucemia linfóide aguda da criança e do adolescente, BP.TT
Assunto(s):

Crianças

Leucemia linfoide

Neoplasia residual

Rearranjo gênico

Genes de imunoglobulinas

Linfócitos T

Reação em cadeia por polimerase (PCR)

Resumo
Com os atuais protocolos de tratamento, a expectativa de sobrevida livre de doença em 5 anos para crianças com leucemia linfóide aguda (LLA) tem sido de mais de 70%. Todos os protocolos têm adotado diversos fatores prognóstico pré-tratamento na estratificação dos pacientes, em diferentes grupos de risco como, por exemplo, a contagem leucocitária ao diagnóstico, a idade do paciente, anormalidades citogenéticas e imunofenotipagem. A resposta inicial ao tratamento, avaliada pela citoredução na medula óssea e/ou sangue periférico, tem se mostrado um fator prognóstico independente importante que permite identificar pacientes com maior ou menor risco de recaída. Alguns trabalhos têm mostrado que a presença de doença residual mínima (DRM) detectada durante as fases iniciais do tratamento é o mais importante deles. Em vista do exposto acima, o presente projeto visa estabelecer a cooperação entre quatro importantes centros de tratamento de leucemia linfóide aguda pediátrica do estado de São Paulo (Centro Infantil Boldrini, UNIFESP, USP-Ribeirão Preto, USP-São Paulo) para reunir uma amostragem substancial de pacientes e dados suficientes para determinar o valor preditivo da DRM em pacientes tratados pelo protocolo do Grupo Brasileiro de Tratamento da Leucemias da Infância (GBTLI-99), avaliada através de uma técnica simplificada de reação em cadeia da polimerase (PCR) para detecção de rearranjos de genes de imunoglobulina e receptores de células T... (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BIOJONE, ESTEFANIA; QUEIROZ, ROSANE DE PAULA; VALERA, ELVIS TERCI; ODASHIMA, NEWTON SATORO; TAKAYANAGUI, OSVALDO MASSAITI; VIANA, MARCOS BORATO; TONE, LUIZ GONZAGA; SCRIDELI, CARLOS ALBERTO. Minimal residual disease in cerebrospinal fluid at diagnosis: a more intensive treatment protocol was able to eliminate the adverse prognosis in children with acute lymphoblastic leukemia. Leukemia & Lymphoma, v. 53, n. 1, p. 89-U184, JAN 2012. Citações Web of Science: 2.
ASSUMPCAO, JULIANA GODOY; GANAZZA, MONICA APARECIDA; DE ARAUJO, MARCELA; SILVA, ARIOSTO SIQUEIRA; SCRIDELI, CARLOS ALBERTO; BRANDALISE, SILVIA REGINA; YUNES, JOSE ANDRES. Detection of Clonal Immunoglobulin and T-Cell Receptor Gene Rearrangements in Childhood Acute Lymphoblastic Leukemia Using a Low-Cost PCR Strategy. PEDIATRIC BLOOD & CANCER, v. 55, n. 7, p. 1278-1286, DEC 15 2010. Citações Web of Science: 1.
SCRIDELI, CARLOS A.; ASSUMPCAO, JULIANA G.; GANAZZA, MONICA A.; ARAUJO, MARCELA; TOLEDO, SILVIA R.; LEE, MARIA LUCIA M.; DELBUONO, ELISABETE; PETRILLI, ANTONIO S.; QUEIROZ, ROSANE R.; BIONDI, ANDREA; VIANA, MARCOS B.; YUNES, JOSE A.; BRANDALISE, SILVIA R.; TONE, LUIZ G. A simplified minimal residual disease polymerase chain reaction method at early treatment points can stratify children with acute lymphoblastic leukemia into good and poor outcome groups. Haematologica, v. 94, n. 6, p. 781-789, JUN 2009. Citações Web of Science: 16.
Por favor, reporte erros na lista de publicações científicas escrevendo para: cdi@fapesp.br.
X

Reporte um problema na página


Detalhes do problema:
CDi/FAPESP - Centro de Documentação e Informação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

R. Pio XI, 1500 - Alto da Lapa - CEP 05468-901 - São Paulo/SP - Brasil
cdi@fapesp.br - Converse com a FAPESP