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Artrodese da articulação interfalangeana proximal de equinos: avaliação biomecânica comparativa da técnica com placa de compressão dinâmica de 4.5mm e dois parafusos oblíquos transarticulares de 5.5mm e placa em "Y" de compressão bloqueada de 5.0 m

Pesquisador responsável:

André Luis do Valle De Zoppa

Beneficiário:

Instituição: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo: 11/13913-9
Vigência: 01 de novembro de 2011 - 31 de outubro de 2013
Assunto(s):

Equinos

Artrodese

Biomecânica

Parafusos ósseos

Articulações

Resumo
As claudicações são a principal causa de encaminhamento de cavalos aos médicos veterinários e uma das maiores causa de encaminhamento destes animais aos hospitais de referência; sendo as fraturas, especialmente aquelas de ossos longos e articulares, as que têm menor índice de sucesso devido ao prognóstico e alto custo do tratamento; entendendo como sucesso o retorno do cavalo ao trabalho prévio ou pelo menos ter qualidade de vida. A articulação interfalangeana proximal (AIP) dos equinos é clinicamente importante devido à apresentação freqüente de claudicação com lesões que comprometem a vida esportiva e utilidade do cavalo. O objetivo desta pesquisa é comparar biomecanicamente as características de duas técnicas de artrodese da articulação interfalangeana proximal em equinos, utilizando-se placa de compressão dinâmica (DCP) de 4.5mm em combinação com dois parafusos corticais oblíquos inseridos pela técnica de compressão (lag screw) e placa em "Y" de compressão bloqueada (LCP) de 5.0 mm e sete orifícios com um parafuso cortical obliquo transarticular inserido pela técnica de parafuso compressivo. Serão utilizadas doze peças anatômicas de membros anteriores de equinos, das quais será isolada a porção distal do membro desde a primeira falange até o casco, conservando as estruturas peri articulares, tais como, ligamentos, tendões e cápsula articular. Uma vez preparadas as peças, será realizada a técnica de artrodese com os dois tipos de placas, gerando dois grupos com seis peças cada um. O passo seguinte será submeter os modelos experimentais a ensaios biomecânicos de forças de compressão axial, onde será avaliado o tipo de falha ocorrida na placa e nos parafusos, como também a força à qual ocorrem tais falhas. Os resultados serão analisados e confrontados estatisticamente utilizando-se o teste t pariado. (AU)

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