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Desenvolvimento e qualificação de propulsor monoropelente de 5N para satélite
| Processo: | 03/07755-5 |
| Linha de fomento: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Vigência: | 01 de abril de 2004 - 31 de outubro de 2006 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Aeroespacial - Propulsão Aeroespacial |
| Pesquisador responsável: | Humberto Pontes Cardoso |
| Beneficiário: | Humberto Pontes Cardoso |
| Empresa: | Fibraforte Engenharia Indústria e Comércio Ltda |
| Município: | São José dos Campos |
| Assunto(s): | Satélites artificiais |
Resumo
A Fibraforte é responsável pelo fornecimento do subsistema de propulsão para a plataforma multimissão (PMM), sob contrato com a Agência Espacial Brasileira, e tem interesse de qualificar e fornecer para este programa seus próprios propulsores de 5N, ora em desenvolvimento. Para que esses propulsores possam atender aos requisitos da PMM, deve-se submetê-los a um extenso programa de qualificação, envolvendo processos de fabricação, performance funcional, compatibilidade ambiental (vibração e térmica) e durabilidade nos regimes de operação especificados. Além disso, deve-se aperfeiçoar seu sistema de injeção de propelente, de forma a reduzir tensões internas ao leito catalítico, criando condições favoráveis ao uso de catalisadores com menores resistências mecânicas. Há também interesse em se nacionalizar o catalisador de irídio suportado sobre alumina porosa, componente estratégico do propulsor que, historicamente, tem sido importado dos Estados Unidos sob severas restrições do governo desse país. Propõe-se então a execução de um programa de qualificação do propulsor de 5N e catalisador nacional dividido nas seguintes etapas: 1) desenvolvimento e testes funcionais e de pré-qualificação do propulsor; 2) testes funcionais com catalisador nacional; e 3) testes de qualificação do propulsor de 5N e comparação entre catalisadores. (AU)
A Fibraforte é responsável pelo fornecimento do subsistema de propulsão para a plataforma multimissão (PMM), sob contrato com a Agência Espacial Brasileira, e tem interesse de qualificar e fornecer para este programa seus próprios propulsores de 5N, ora em desenvolvimento. Para que esses propulsores possam atender aos requisitos da PMM, deve-se submetê-los a um extenso programa de qualificação, envolvendo processos de fabricação, performance funcional, compatibilidade ambiental (vibração e térmica) e durabilidade nos regimes de operação especificados. Além disso, deve-se aperfeiçoar seu sistema de injeção de propelente, de forma a reduzir tensões internas ao leito catalítico, criando condições favoráveis ao uso de catalisadores com menores resistências mecânicas. Há também interesse em se nacionalizar o catalisador de irídio suportado sobre alumina porosa, componente estratégico do propulsor que, historicamente, tem sido importado dos Estados Unidos sob severas restrições do governo desse país. Propõe-se então a execução de um programa de qualificação do propulsor de 5N e catalisador nacional dividido nas seguintes etapas: 1) desenvolvimento e testes funcionais e de pré-qualificação do propulsor; 2) testes funcionais com catalisador nacional; e 3) testes de qualificação do propulsor de 5N e comparação entre catalisadores. (AU)