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Determinação do papel da proteína quinase C na diferenciação e proliferação

Processo: 05/54188-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de novembro de 2005 - 31 de março de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Deborah Schechtman
Beneficiário:Deborah Schechtman
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):09/04067-7 - Caracterização do papel das PKCs na proliferação e auto-renovação das células tronco embrionárias murinas, BP.MS
08/03085-9 - Determinação do papel da proteína kinase c na diferenciação e proliferação, BP.IC
07/54395-5 - Estudo das diferentes isoenzimas da PKC na diferenciação de células tronco embrionárias em cardiomiócitos, BP.IC
06/52062-6 - Caracterização das diferentes isoenzimas das proteínas cinases C e seus substratos em células tronco embrionárias murinas não diferenciadas, BP.PD
05/57256-0 - Determinação do papel da proteína kinase c diferenciação e proliferação de células tronco embrionárias, BP.JP
Assunto(s):Células-tronco  Proliferação celular  Diferenciação celular  Transdução de sinais  Proteína quinase C 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Investindo...pesquisadores_86_100_100.pdf

Resumo

Perda de cardiomiócitos decorrente de lesões, na maior parte das vezes, é irreparável. Uma alternativa para o reparo do tecido cardíaco é a reposição celular por meio do uso de células-tronco embrionárias (CTE). CTE proliferam indefinidamente e se diferenciam em vários tipos celulares, porém não são claras as vias específicas de sinalização que levam à proliferação e diferenciação das CTE. O conhecimento dessas vias contribuirá para a terapêutica de diversas doenças cardíacas. As proteínas quinases C (PKCs) são enzimas de sinalização envolvidas na proliferação e diferenciação das CTE. Porém o papel exato das PKCs nesses processos ainda não está claro. Esse projeto tem como objetivo identificar: a) as isoenzimas específicas da PKC que estão envolvidas na proliferação e diferenciação das CTE para cardiomiócitos; b) proteínas e substratos que se ligam especificamente às PKCs. E utilizará métodos de proteômica, bem como moduladores específicos para as diferentes isoenzimas de PKC desenvolvidos no laboratório da professora Daria Mochly-Rosen, da Universidade de Stanford. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Estudo ajuda a entender funcionamento da ‘chave liga e desliga’ de proteínas