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Guerra e pacto colonial: exército, fiscalidade e administração colonial da Bahia (1624 - 1654)

Processo: 11/02856-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de maio de 2011 - 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:José Jobson de Andrade Arruda
Beneficiário:
Instituição-sede: Instituto de Economia (IE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Assunto(s):História econômica 

Resumo

ResumoAs invasões holandesas da Bahia e de Pernambuco puseram o domínio português à prova. Considerada a fragilidade política e militar de Portugal no momento, esta tese parte da constatação de que sua vitória deveu-se essencialmente a elementos internos a sua colônia: o levante de senhores de engenho pernambucanos contra a Companhia holandesa das Índias Ocidentais. Postula-se que a política colonial adotada para o governo da Bahia possibilitou que a defesa da capitania, ao longo do conflito, fosse financiada pela economia colonial, sem que os atritos resultantes comprometessem a segurança do mesmo domínio. Para tanto, levantou-se os termos do envolvimento da sociedade colonial na guerra. Na movimentação militar, ponderou-se a capacidade de mobilização daquela população, em função do escravismo. Trabalhou-se a composição, a disciplina e a remuneração do exército em Salvador. Levantou-se os termos do socorro de homens e provisões do Reino durante a guerra. Dentro deste quadro, procurou-se compreender a fiscalidade na Bahia e a relação entre a Fazenda real e a açucarocracia. (AU)