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Estudo comparativo da regeneração óssea em fraturas transversas de fêmures de cães utilizando matriz inorgânica liofilizada bovina combinada ou não com plasma rico em plaquetas

Pesquisador responsável:

Cassio Ricardo Auada Ferrigno

Beneficiário:

Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo: 03/11368-7
Vigência: 01 de julho de 2004 - 30 de junho de 2006
Assunto(s):

Cães

Cicatrização

Fatores de crescimento

Resumo
A regeneração óssea depende de diversos fatores biomecânicos e biológicos. A atuação de fatores de crescimento locais e sistêmicos nas diferentes fases da regeneração (inflamação, reparo e remodelação) são essenciais para o recrutamento de células imediatamente após a injúria, assim como potencializar a produção de tecido ósseo. Por estarem no sangue, as plaquetas são uma das primeiras células presentes na lesão e liberam pelo menos 4 fatores de crescimento (Fator de Crescimento Derivado das Plaquetas, Fator de Transformação de Crescimento Beta 1 e Beta 2 e Fator de Crescimento Semelhante a Insulina) que são responsáveis pela migração e ativação de células que iniciarão o processo de reparo de tecidos moles e duros. O Plasma Rico em Plaquetas é uma fonte autógena de Fatores de Crescimento obtido pela concentração plaquetária a partir da centrifugação do sangue total. Por conter grande quantidade de Fatores de Crescimento, a associação do Plasma Rico em Plaquetas com enxertos autógenos, alógenos ou xenógenos, melhora a incorporação dos enxertos ao leito receptor, facilita a osteointegração, aumenta a velocidade de formação do osso novo e com melhor qualidade, e além disto, apresenta atividade adesiva e homeostática. O escopo do trabalho é a avaliação da velocidade de formação do calo ósseo em fraturas induzidas em terço médio de fêmures de cães fixados com placas e parafusos, e adicionando ao foco de fratura, Plasma Rico em Plaquetas associado a matriz inorgânica liofilizada bovina. No Grupo controle, utilizaremos a mesma técnica sem a adição do Plasma Rico em Plaquetas. Comparar-se-á a evolução clínica dos animais, o tempo de formação e a densidade do calo ósseo por exames radiográficos simples e pela técnica de densitometria óptica aos 15, 30, 45 e 60 dias de pós-operatório. (AU)

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