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Vacina terapêutica baseada em células dendríticas aDC1 e vírus autólogo inativado visando o controle viral de indivíduos infectados pelo HIV-1 em interrupção de terapia antirretroviral

Processo: 16/25212-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de junho de 2018 - 31 de maio de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Alberto José da Silva Duarte
Beneficiário:Alberto José da Silva Duarte
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Luís Fernando de Macedo Brígido
Pesq. associados:Alessandra Pontillo ; Alexandre de Almeida ; Bosco Christiano Maciel da Silva ; Bruna Tereso Santillo ; Luanda Mara da Silva Oliveira ; Paula Ordonhez Rigato ; Robbie B. Mailliard ; Telma Miyuki Oshiro Sumida
Assunto(s):Imunoterapia  Células dendríticas  HIV  Vacinas  Terapia antirretroviral de alta atividade 

Resumo

A imunoterapia baseada em células dendríticas (DCs) constitui uma ferramenta potencial para estimular a resposta imune específica, podendo atuar como um tratamento complementar para indivíduos infectados pelo HIV, em uso de terapia antirretroviral. O uso de DCs polarizantes, capazes de produzir níveis elevados de IL12p70 e induzir uma potente resposta citotóxica é desejável no caso de infecções virais. Neste contexto, nossa proposta é estudar DCs polarizantes aDC1 pulsadas com vírus autólogo inativado para tratamento de indivíduos infectados pelo HIV. Serão incluídos nesse estudo 30 indivíduos que no momento da inclusão ainda não tenham a terapia antirretroviral iniciada e após 6 meses de tratamento sofrerão ou não intervenção, conforme alocação nos braços do estudo: G1) não imunizados e sem interrupção de tratamento antirretroviral; G2) imunizados com aDC1 sem interrupção de tratamento antirretroviral; G3) imunizados com aDC1 com interrupção analítica de tratamento antirretroviral. Após a inclusão, amostras de células mononucleares do sangue periférico (PBMCs) serão coletadas para isolamento e expansão viral e os indivíduos iniciarão a terapia antirretroviral. Será aguardado período de 24 semanas até que a carga viral plasmática tenha se tornado indetectável. Após este período, amostras serão coletadas para a definição dos parâmetros basais e o produto vacinal constituído por aDC1 será inoculado em 3 doses em intervalos quinzenais. Três semanas após a inoculação da última dose da vacina a terapia antirretroviral será interrompida somente nos pacientes do G3 (grupo 3). O seguimento vacinal será realizado nos seis meses subsequentes quando amostras de sangue periférico e biópsias de jejuno serão estudadas com relação a parâmetros de imunoativação, imunogenicidade, estímulo de resposta humoral, expressão gênica para diferentes perfis de resposta imune, perfil virológico e análise de reservatórios virais. (AU)

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